domingo, 15 de novembro de 2009

Amazônia: UFOPA deve abrir!!!

Segundo matério do Diário do Pará, Ufopa deve abrir 764 vagas até o final de 2009. Acompanhe a reprodução da matéria.

Recentemente, o Congresso Nacional decretou a lei nº 12.085/09, sancionada pelo vice-presidente da República, José Alencar, que cria a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa).


Com sede em Santarém, a instituição, resultante do desmembramento da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), promoverá um concurso para preencher 764 vagas em diferentes áreas de atuação.
Os cargos ocupados e vagos do quadro de pessoal da UFPA serão redistribuídos à Ufopa. As oportunidades, todas efetivas, distribuem-se entre as funções de professor da carreira de magistério superior (432), técnico-administrativos de nível médio (212) e técnico-administrativos de nível superior (120).


Para concorrer aos postos de trabalho, os candidatos realizarão concurso de provas ou de provas e títulos. De acordo com a assessoria de comunicação da universidade, o edital está previsto para sair em breve e é provável que o concurso seja realizado ainda este ano, pois a maioria das contratações ocorrerá no primeiro semestre de 2010.


A Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal da Ufopa será a responsável por promover o concurso, porém, a comissão que definirá o processo de escolha dos servidores não formalizou os detalhes da seleção.


SOBRE A UFOPA

A universidade, que é vinculada ao Ministério da Educação (MEC), além de ministrar o ensino superior, desenvolve pesquisas em diversas áreas do conhecimento, promove a extensão universitária e é focada na preservação do meio ambiente (em especial o amazônico).

Em relação aos estudantes que estavam matriculados nos cursos transferidos, todos passaram a fazer parte do quadro de alunos da Ufopa. (Diário do Pará).

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Agora será mais igualitário viver como estudante no Oeste paraense. Você faz o vestibular e se não der UFPA, vai dar UFOPA!

sábado, 14 de novembro de 2009

Amazônia: pobres ricos países pobres

Vamos acompanhar Copenhagen, mas pelo que estamos vendo até agora, os pobres ricos países pobres são os únicos a se comprometerem por aquelas bandas.

Todos estão ali, arriscando o seu desenvolvimento para atender às demandas dos países ricos. O Brasil já vai propor redução das suas emissões e a África está querendo fazer um cinturão verde internacional dentro daquele continente.

Os países ricos depois de terem passado os últimos quinhentos anos levando a boa com as nossas riquezas agora levará parte do nosso futuro, mas isso são outros quinhentos.

Amazônia: Uma proposta de cinturão verde africano

Uma "grande muralha verde", que se estenderia do Senegal até Djibuti para frear o avanço do Saara, é o grande sonho da África, que deseja impusionar o projeto --parado há quatro anos-- durante a conferência mundial do clima em dezembro, em Copenhague.

"A África não irá com as mãos vazias para a cúpula de Copenhague. O projeto da 'Grande Muralha Verde' será apresentado pelo presidente Abdulaye Wade", informou o ministro senegalês de Meio Ambiente, Djibo Ka.

O projeto, no entanto, enfrenta como maior obstáculo o financiamento.

A ideia de criar uma barreira de vegetação e bacias de retenção para acumular a água da chuva de 7.000 km de extensão e 15 km de largura foi lançada pelo ex-presidente nigeriano Olusegun Obasanjo em 2005 e posteriormente retomada por seu colega senegalês.

Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), as florestas da zona saariana desaparecem num ritmo preocupante de dois milhões de hectares por ano.

O aquecimento do planeta só acentuará o fenômeno, levando, além disso, a importantes migrações de populações em países já pobres e instáveis.

Senegal ativo

Dos 11 países associados ao ambicioso projeto, o Senegal é o mais ativo, apesar de suas realizações serem modestas, pois apenas 10 km de "muralha verde" foram plantadas nos últimos dois anos, como reconheceu o seu ministro do Meio Ambiente.

"Plantamos espécies locais, como acácias, que se adaptam bem e produzem goma arábica, que é fonte de recursos para os habitantes da zona", enfatizou o coronel Matar Cissé, diretor da Agência Nacional da Grande Muralha Verde.

"O principal desafio é proteger as plantações para o gado; fazem falta barreiras, e também dispositivos corta-fogo na previsão de incêndios", acrescentou.

No entanto, esse projeto idêntico ao da "grande muralha verde" chinesa, não conta com uma acolhida unânime, nem mesmo no Senegal.

"Não creio neste projeto. Não há vontade política porque se está desmatando por todas as partes. Não existe a preocupação com um reflorestamento", assegurou o ecologista Haidar El Hali, membro da principal associaçao de proteção do meio ambiente do Senegal, a Oceanium.

Sem fazer grandes alardes na mídia, a Oceanium realizou nos últimos três meses uma inédita plantação de mangues em 5.000 hectares com o apoio financeiro do grupo francês Danone, que, desta forma, quer compensar as emissões de dióxido de carbono (CO2) de uma de suas filiais em solo francês.

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A matéria foi reproduzida diretamente do site da Folha de São Paulo.

Amazônia: Aquecimento global provoca desconfiança do Greenpeace sobre o governo Lula

Enquanto o Brasil estabelece meta de redução de gases entre 36,1% e 38,9%, "Faltou transparência", afirma Greenpeace sobre meta nacional de CO2.

Justamente agora que parecia que o Lula e a Dilma Chukef estavam emplacando mais uma, juntamente com o Mincareta, dá esse bode.

Cuidado aí pessoal porque o bode contribui para o aqueciemnto global, solta gases e ainda come tudo, até as copas das árvores.

bééééééééééeééé……

Amazônia: Terra abserve mais CO² do que se pensava

Saiu no blog do William.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Estudo indica que a Terra absorve mais gás carbônico do que se imaginava

12 de novembro de 2009

Um estudo realizado na Grã-Bretanha mostra que o equilíbrio entre a quantidade de gás em suspensão na atmosfera e a quantidade que é absorvida pelos ecossistemas e oceanos se manteve praticamente estável desde 1850, apesar das emissões terem saltado de 2 bilhões de toneladas anuais para 35 bilhões de toneladas anuais daquele ano até hoje.

A pesquisa, publicada no site especializado Geophysical Research Letters, indica que a capacidade de absorção da Terra é muito maior do que se estimava, já que estudos anteriores previam que seria absorvida uma quantidade cada vez menor na medida em que as emissões crescessem ao longo dos anos, fazendo disparar o nível de gases causadores do efeito estufa na atmosfera.

Os responsáveis pela pesquisa constataram que o aumento dos gases em suspensão na atmosfera ficou entre 0,7% e 1,4% desde a metade do século 19, o que para os cientistas é um índice bastante baixo.

O resultado surpreendente pode, inclusive, influenciar na decisão de políticas para o controle das mudanças climáticas. Atualmente, as metas de emissão levam em conta a capacidade de absorção da Terra. No próximo mês, líderes mundiais se reunirão em Copenhague, na Dinamarca, para elaborar um acordo global para substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.

Link: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/estudo-sugere-terra-absorve-mais-gas-carbonico-se-imaginava-511748.shtml
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EU REALMENTE ESPERO QUE INFLUENCIE. QUE O BRASIL POSSA ESTAR LIVRE DAS INTERFERÊNCIAS NEFASTAS DAS ONGs AMBIENTALISTAS. QUE ESSE PAPO DE ECOLOUCO FIQUE BEM LONGE DAQUI E QUE A GENTE POSSA CRESCER E TOMAR NOSSAS PRÓPRIAS DECISÕES ENFIM...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Amazônia: novo decreto lançado pelo Lula!!!!

A decisão da esfera federal em tomar as rédeas do conserto do código florestal está a passos largos. Ontem o presidente Lula publicou mais um novo decreto nº 7.008, de 07/11/2009, no DOU 13/11/2009, o qual institui a Operação Arco Verde. A iniciativa trata da junção de vários ministérios, e olhe que tem um monte deles, para viabilizarem a economia baseada nos setores produtivos agrícola, pecuário e florestal. A Dilma, avó do Chucky, será a coordenadora ou alguém tem dúvida?

Amazônia: Comissão Especial Código Florestal Brasileiro (aghhhhhh) em Audiência Pública

Estiveram analisando hoje, dia 12 de novembro de 2009, as propostas para alteração do Código Florestal, a terrível colcha de retalhos.

Fábio Feldmann (Consultor em meio ambiente e desenvolvimento sustentável) falou sobre a importância da APP e disse que é preciso melhorar as garantias de conservação da reserva legal, inclusive através da criação de um mercado específico que viabilizasse a compensação da reserva legal de uma propriedade em outra. Propôs ainda a reunião da “massa crítica” brasileira com a finalidade de compor uma legislação mais moderna e competente para a manutenção da sustentabilidade.

José Carlos de Almeida Azevedo (UnB) mencionou que o nome mudanças climáticas é mal aplicado cujos fenômenos não são catastróficos e novos, mas são coisas comuns e sempre presentes na história terrestre, que se repetem em ciclos. As mudanças climáticas são normas e sua escala estão ligadas a fatores astronômicos e o homem não tem influência sobre elas. Somente neste período da história, até aqui, já ocorreram cinco processos de extinção em massa. As concentrações de CO² já foram inclusive maiores do que as atuais, sendo que os de hoje são as mais baixas. É impossível prever ou alterar os fenômenos climáticos. Todos esses fenômenos atuais têm muito mais a ver com questões astrofísicas do que terrestres.

Paulo Afonso Machado (Universidade Metodista de Piracicaba - Direito Ambiental), rechamou o artigo 225 da constituição federal, mas com a ressalva de que o equilíbrio não que significa inalterabilidade do meio ambiente.